Economia de Querência

A principal fonte de renda de Querência é o agronegócio. No início o extrativismo madeireiro desempenhava papel central na economia local. No que se refere à atividade do agronegócio, destaca-se a cultura da soja, milho, arroz, e a criação de gado de corte. Querência conta com grandes áreas de lavouras que somam 320 mil hectares de soja, 100 mil hectares de milho safrinha e conta ainda com plantações de seringa e pupunha, Grandes grupos de investidores escolherão a região para estar se instalando, Multinacionais de commodities agrícolas como Cargill, Bunge, ADM, Caramuru, Amaggi, Louis Dreyfus, Ceagro - Grupo Losgrobos, Nacionais Grupo Sinagro, Uniagro, Fertilizantes Tocantins, Dalcin Laboratório de Análise de Solos, Grupo Rural, AgroAmazônia, Grupo SLC Agrícola, Grupo Itaquerê, a loja CB Agrícola, escolheram Querência para abrir uma unidade, dentre outras como as do ramo de construção civil Cotrimaq, Sachet, Grupo Gazin no ramo de eletrodomésticos. No setor de alimentação abriu a suas portas uma Pizzaria D´Italia e ainda uma nova unidade do Grupo Machry Supermercado. No setor Bancário Querência conta com 4 agências bancarias, Banco do Brasil, Bradesco, Sicredi e o Banco Holandês Rabobank, Todas apostam na expansão econômica de Querência. A renda per capita média de Querência cresceu 105,28% nas últimas duas décadas, passando de R$306,35 em 1991 para R$489,58 em 2000 e R$628,89 em 2010. A taxa média anual de crescimento foi de 59,81% no primeiro período e 28,46% no segundo. A extrema pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, em reais de agosto de 2010) passou de 32,66% em 1991 para 17,36% em 2000 e para 9,22% em 2010.